terça-feira, 1 de abril de 2014

Supervulcão Yellowstone registra o maior terremoto em 34 anos

Um terremoto de 4.8 magnitudes foi registrado neste domingo na região da Caldeira deYellowstone, onde se localiza um dos mais críticos vulcões de todo o planeta. O evento é o maior dos últimos anos e trouxe à mente a possibilidade de uma possível erupção catastrófica.


O tremor ocorreu às 09h34 de domingo pelo horário de Brasília (12h39 UTC) e teve seu epicentro localizado a 6 km ao norte-nordeste da Bacia de Norris Geyser, noYellowstone National Park, situado no estado de Wyoming, EUA.

Este evento é parte de uma sequência de sismos iniciada no dia 27 de março e que até o momento já contabiliza 25 tremores, um deles de 3.2 magnitudes detectado na mesma região da caldeira. De acordo com o USGS, Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, o tremor de 4.8 foi sentido em diversas cidades próximas e também no Estado de Montana.

O Yellowstone é um dos mais monitorados vulcões em todo o mundo e sua possível erupção poderia provocar efeitos globais catastróficos e de longa duração, incluindo mudanças na climatologia global com potencial de extinção em massa de plantas e animais.

A região onde se localiza o vulcão registra atividade sísmica moderada e com bastante regularidade e soma centenas de abalos a cada ano. O mais violento deles ocorreu em 1959 e atingiu 7.5 magnitudes.

Sua cratera tem 90 km de comprimento por 40 km de largura e foi criada por uma explosão vulcânica há 642 mil anos. Entre julho de 2004 e dezembro de 2006 se ergueu 18 cm e segundo os pesquisadores atualmente cresce cerca de 7 cm ao ano.

Crescimento Rápido
Em trabalho publicado pela revista Science em 2007, vulcanólogos estadunidenses constataram que o ritmo de elevação da montanha vem sendo bem mais rápido do que o observado desde 1923 até os anos recentes. Uma das hipóteses para o crescimento de sua cratera seria a recarga da câmara de magma gigante situada abaixo da caldeira, constituída de rochas fundidas e de matéria sólida, além da pressão mais elevada dos fluidos hidrotérmicos.

Em relatório publicado em 3 de março de 2014, o Observatório do Vulcão Yellowstone, YVO, havia informado que a sismicidade elevada na região de crescimento já estava ocorrendo há alguns meses e que uma elevação da montanha observada entre 1996 e 2003 também gerou períodos de sismicidade elevada.

Supervulcão
A câmara de magma de Yellowstone se localiza em profundidade de entre 8 e 16 km, alimentada por um "ponto quente" localizado a mais de 600 km de profundidade. Essa concentração local de calor serve de fonte à produção de rochas. Elas são mais leves que o material circundante e sobem à superfície perfurando a crosta terrestre, como uma espécie de maçarico.


O supervulcão de Yellowstone teve no passado erupções gigantes, há 2 milhões de anos, 1,3 milhão de anos e 642 mil anos. As atividades foram centenas de vezes mais fortes e devastadoras que a erupção do Monte Santa Helena, em 1980.

terça-feira, 25 de março de 2014

Cometa se aproxima da Terra junto de intensa chuva de meteoros 

A cada dia, 209P/Linear está mais perto. Durante a aproximação, diversas esteiras de poeiras deixadas por ele no passado se chocarão contra a Terra provocando uma das maiores chuvas de meteoros já observada. Desde 1983 um cometa não chegava tão perto do nosso planeta.



209P/LINEAR foi descoberto em fevereiro de 2004 através de um telescópio de 1 metro pertencente ao Lincoln Near-Earth Asteroid Research.
Sua orbita é inclinada em 21 graus e completa uma volta ao redor do Sol a cada 5.4 anos.

Sua órbita é tão elíptica que quando está no afélio (ponto mais distante do Sol) chega a mais de 750 milhões de km do astro-rei, mas quando se aproxima do periélio (menor distância do Sol) não passa de 136 milhões de km, invadindo as orbitas dos planetas interiores do Sistema Solar.

A última vez que 209P/LINEAR passou nas vizinhanças da Terra foi em 10 de abril de 2009 e chegou a 38 milhões de km do planeta, mas agora essa distância será bem menor.

Atualmente, 209P/LINEAR está a 83 milhões de km de distância e durante a aproximação máxima, em 29 de maio de 2014, chegará a apenas 8.5 milhões de quilômetros da Terra, a menor distância que um objeto desse tipo já chegou nos últimos 31 anos, quando IRAS-Araki-Alcock (C/1983 H1) fez um rasante a 4.6 milhões de km da superfície.

Chuva de meteoros
Embora a distância da menor aproximação seja pequena, 209P/LINEAR não será facilmente visível. Estima-se que sua magnitude aparente não será inferior a 11, o que significa que somente com auxílio de instrumentos poderá ser visto durante a madrugada.

O que chama a atenção desse cometa, no entanto, não é a menor distância que chegará da Terra e sim uma coincidência orbital.


Os cálculos mostram que durante o mês de maio, todas as partículas deixadas pelo cometa entre 1803 até 1924 cruzarão a orbita da Terra. De acordo com os pesquisadores Esko Lyytinen e Peter Jenniskens, isso causará uma forte chuva de meteoros visível na constelação da Girafa, com taxa estimada entre 100 e 400 meteoros por hora.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Vida extraterrestre deve ser encontrada nos próximos 25 anos 


As pesquisas por busca de vida extraterrestre estão focadas principalmente na detecção de emissões eletromagnéticas geradas por possíveis civilizações inteligentes, mas outros métodos também estão sendo empregados e podem apresentar resultados em breve.



De acordo com o cientista Seth Shostak, diretor do instituto SETI de pesquisas por inteligência extraterrestre, ao invés de observar diversos milhares de sistemas estelares distantes, os estudos estarão focados em apenas um seleto grupo de 1 milhão de estrelas situados a menos de 25 anos-luz de distância.

Para Shostak, até 2040 os astrônomos deverão ter escaneado quantidade suficiente de sistemas estelares, apontando com grande clareza em qual deles há registro de emissões eletromagnéticas não naturais. Segundo o pesquisador, 1 milhão de sistemas é estatisticamente o número correto para encontrar algum tipo sinal produzido por alguma civilização.

"Eu acho que dentro de 20 anos nós vamos encontrar vida extraterrestre usando esses tipos de experimento", disse o cientista durante simpósio o NASA Innovative Advanced Concepts, NIAC, realizado na Universidade de Stanford.

O otimismo de Shostak é baseado em parte nas observações feitas pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, que mostrou que a Via Láctea provavelmente está repleta de mundos capazes de suportar a vida como a conhecemos.

As estatísticas mostram que uma em cada cinco estrelas abriga pelo menos um planeta onda a vida possa surgir, o que segundo o pesquisador é uma porcentagem fantasticamente grande. "Isso significa que na nossa galáxia há dezenas de bilhões de mundos semelhantes ao nosso", explicou.


Shostak e seus colegas acreditam que alguns desses mundos abrigam vidas inteligentes, que desenvolveram a capacidade de enviar sinais eletromagnéticos para o cosmos da mesma maneira como a civilização humana o faz a cada segundo. "Acreditamos que eles também estão apontando grandes antenas de rádio para o céu na esperança de detectar algum sinal produzido por outros seres vivos" e é nisso que estamos trabalhando.

Este tipo de pesquisa teve início em 1960, quando o pioneiro astrônomo Frank Drake escaneou duas estrelas similares ao Sol através de uma enorme antena parabólica de 26 metros. Ao longo do tempo, a quantidade de radiotelescópios apontados para o céu aumentou consideravelmente, além de terem ocorrido avanços significativos em eletrônica e na tecnologia digital.


Outras linhas de pesquisa
A busca por vida alienígena não se concentra apenas em sociedades tecnológicas. Muitos cientistas estão trabalhando na possibilidade de vidas simples, que devem estar distribuídas de modo mais amplo e comum em todo o universo.

A primeira evidência de vida microbiana na Terra, por exemplo, data de 3,8 bilhões de anos, apenas 700 milhões de anos após o nosso planeta se formar. No entanto, foram necessários mais 1,7 bilhão anos para a vida multicelular evoluir. Os seres humanos não surgiram até 200 mil anos atrás e apenas no século passado nos tornamos uma espécie verdadeiramente tecnológica.

Atualmente, a caçada por vida alienígena ocorre em três vias. De um lado temos os competidores que procuram civilizações inteligentes avançadas. Do outro lado temos cientistas que vasculham os corpos do sistema solar, como Marte e a lua Europa de Júpiter, em busca de organismos simples. Por fim, temos os pesquisadores com foco na busca de sinais de vida microbiana em exoplanetas próximos. Esses usarão instrumentos extremamente poderosos, como o futuro telescópio espacial James Webb, da NASA, programado para lançamento em 2018.


Para Shostak, todas as três abordagens podem dar frutos nas próximas décadas e qualquer uma delas poderá revelar grandes surpresas já nos próximos 20 anos.

terça-feira, 18 de março de 2014

O sol e os segredos invisíveis da cromosfera vermelha 


Observar o Sol através de um filtro de alta densidade permite ver diversos detalhes, com destaque especial para as manchas solares. No entanto, quando olhamos somente uma cor muito específica do Sol, centenas de detalhes saltam aos nossos olhos, revelando toda a majestade do astro-rei.


O uso de filtros escuros comuns permite ver a camada mais profunda da atmosfera solar, a chamada fotosfera. É nessa camada, de aproximadamente 300 km de espessura e com cerca de 5500 graus Celsius que quase toda a luz visível e invisível da estrela é produzida e lançada ao espaço. Quando chega aos nossos olhos, a sensação que temos é de uma intensa luz branca, conhecida pelos especialistas como Solar Continuum.

Nesta região, o fenômeno mais notável é o das manchas solares, áreas irregulares que parecem mais escuras que a fotosfera circundante e que muitas vezes podem ser vistas sem o uso de qualquer instrumento de amplificação. Com o uso de telescópios e filtros adequados podemos ver alguns detalhes extras, como a textura da fotosfera. Mas o Sol não acaba aí.

Acima da fotosfera existe mais uma camada. Ela é vermelha e muito brilhante e é ali que a maravilha da máquina estelar se revela.

Chamada cromosfera solar, é o local de origem das grandes tormentas, das tempestades, das ejeções de massa coronal. É ali onde gigantescos loops e filamentos se formam e se rompem, onde as erupções acontecem. E embora seja vermelha e muito luminosa, é praticamente invisível aos nossos olhos.

Brilho Descomunal
O motivo de não podemos ver esses acontecimentos a olho nu é a diferença descomunal de brilho entre a cromosfera vermelha e a fotosfera branca, que reluz imediatamente abaixo. O solar continuum branco é milhares de vezes mais intenso que o fulgor da cromosfera, cuja borda só pode ser vista por breves instantes durante os eclipses totais, quando a Lua esconde o disco da fotosfera, ou então em qualquer dia através do emprego de filtros especiais, chamados H-Alpha.


Esses filtros são extremamente seletivos e permitem observar o Sol no comprimento de onda de 6562 angstroms, uma tonalidade de vermelho muito profundo. Essa cor é produzida na cromosfera, quando o elétron do átomo de hidrogênio salta da terceira para a segunda órbita, liberando sua energia na forma de um fóton nesse tom de vermelho, o H-Alpha.

Através desse filtro, toda a luz branca do continuum solar é bloqueada, com exceção do vermelho produzido na cromosfera. Isso permite observar em profundidade toda a atividade solar produzida nessa região do Sol.

A imagem vista no destaque é um exemplo típico de uma foto feita com auxílio de um filtro H-Alpha. Na cena, uma gigantesca proeminência localizada no limbo solar salta à vista, enquanto o oceano de gás aquecido parece formar uma espécie de tapete que a emoldura.

Uma proeminência é uma nuvem de gás mantida acima da superfície pela ação dos campos magnéticos do sol. Dependendo da atividade da estrela, diversos eventos podem ser vistos no limbo e na superfície, entre eles os gigantescos filamentos que mais parecem cicatrizes magnéticas e os maravilhosos loops de gás, que não raras vezes atingem mais de 150 mil km de altura.

sábado, 15 de março de 2014

Todos que tiverem um tempinho livre e gostarem de fazer pesquisas científicas, é só entrar em contato com a gente!


Espero que possam nos ajudar

Estou agradecido desde já!

Obs.: As vagas são para a página do INPC (Instituto de Pesquisas Científicas) no FACEBOOK.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Estudo: Planeta X, Nêmesis ou Tyche não existem 


Depois de analisar milhões de imagens feitas pelo telescópio espacial WISE, pesquisadores concluíram que não existe nenhum objeto celeste escuro, invisível ou de grande porte além da orbita de Plutão.


Em 1999, uma dupla de pesquisadores estadunidenses constatou que alguns cometas apresentavam fortes desvios em relação às órbitas calculadas e que isso poderia ser provocado pela interação gravitacional com algum objeto desconhecido e de grande massa.

Na ocasião, John Matese e Daniel Whitmire, ligados à Universidade de Lousiana-Lafayette, propuseram que esse desvio estava sendo provocado por um objeto quatro vezes maior que Júpiter, localizado nas proximidades da nuvem de Oort, ainda dentro do Sistema Solar. Esse planeta hipotético foi batizado de Tyche.

De acordo com os pesquisadores, devido ao brilho e temperatura muito baixos, a existência de Tyche só poderia ser comprovada através de imagens no espectro infravermelho e apostaram suas fichas nas imagens a serem produzidas pelo telescópio espacial WISE, que seria lançado em 2009.

Segundo a teoria de Matese e Whitmire, caso Tyche realmente existisse ele se localizaria a 2.25 trilhões de quilômetros.

Agora, passados cinco anos desde o lançamento do telescópio, um novo estudo mostrou que não existe qualquer objeto do tamanho ou maior que Saturno em um raio de 26 mil unidades astronômicas (UA), o equivalente a 3.9 trilhões de quilômetros de distância.

A afirmação é baseada no estudo de milhões de imagens registradas pelo telescópio espacial WISE entre os anos de 2010 e 2011 e que foram analisadas individualmente com auxílio de supercomputadores. Em sua missão, WISE capturou dados de nada menos que 750 milhões de asteroides, estrelas e galáxias.

"Nossa busca mostrou que o Sistema Solar exterior provavelmente não contem nenhum planeta pequeno, gigante ou uma estrela companheira do nosso Sol", afirmou Kevin Luhman, ligado à Universidade do Estado da Pensilvânia e autor do estudo, publicado essa semana no Astrophysical Journal.

Grandes Extinções
Antes das teorias de Matese e Whitmire, a hipótese de um corpo de grande massa nos confins do Sistema Solar já era debatida, em parte devido a alguns estudos geológicos que sugeriam uma periodicidade associada às grandes extinções em massa na Terra.

A ideia era que um grande planeta ou até mesmo uma pequena estrela seria responsável por arremessar alguns cometas para dentro do Sistema Solar, que ciclicamente atingiriam a Terra. No entanto, essas teorias nunca ganharam força e foram amplamente descartadas.

Poucas Evidências
No entender Hal Levison, cientista planetário ligado ao Instituto de Pesquisas do Sudoeste, no Colorado, os desvios que Matese e Whitmire detectaram é um sinal muito sutil. "Não tenho certeza que esse desvio nas estatísticas seja significativo e provocado por um planeta com quatro vezes a massa de Júpiter. Não tenho nada contra a ideia, mas acredito que as estatísticas não estão sendo feitas corretamente", disse o astrofísico.

Com o estudo atual baseado nas imagens e dados do WISE, fica bastante difícil aceitar facilmente a hipótese da existência um grande objeto escondido no interior do Sistema Solar.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Mistério: Caverna em buraco marciano permanece sem explicação

Em 2011, a sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da NASA, registrou uma estranha feição na superfície marciana. Poderia ser uma cratera como tantas outras, mas a presença de uma possível caverna em seu interior aumentou o mistério.


A estranha paisagem foi fotografada por acaso nas entranhas do vulcão Mons Pavonis, através da câmera de alta resolução HiRise, a bordo da sonda. O local fica no equador marciano, na região de uma cadeia de três vulcões conhecida como Tharsis Mons.

O buraco, com cerca de 35 metros de diâmetro, parece ser a porta de entrada para uma caverna subterrânea, vista parcialmente iluminada na imagem divulgada. De acordo com nota do JPL, Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, responsável pela sonda, a cavidade tem aproximadamente 20 metros a profundidade, valor calculado com base no ângulo da luz incidente.

Até agora, não há consenso entre os pesquisadores sobre a origem da cratera ao redor do buraco, que não apresenta nenhum sinal da tradicional ejecta de partículas provocada pelo impacto de um meteorito.

Segundo os pesquisadores, cavernas interiores desse tipo são relativamente protegidas contra a superfície dura de Marte, o que as torna boas candidatas para abrigar algum tipo de vida marciana.

Para os cientistas, esses verdadeiros poços subterrâneos poderão ser os próximos alvos de uma nova missão a Marte ou então serem exploradas pessoalmente pelos futuros exploradores humanos.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Estudo: fortes terremotos podem ter sido provocados pelo Homem 

Geofísicos estadunidenses acreditam que uma série de tremores ocorridos nos EUA em 2011 não foi causada pela natureza, mas induzida pelas intermitentes operações relacionadas à extração de combustíveis fósseis.




De acordo com cientistas do USGS, Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, o sismo principal atingiu 5.0 magnitudes e foi seguido de centenas de réplicas que foram sentidas na região da cidade de Prague, em Oklahoma, em 5 de novembro de 2011.

Durante as duas últimas décadas, o número de terremotos na região central e leste dos EUA aumentou drasticamente e as atividades industriais podem ser responsáveis por esse aumento.

As Instalações de extração de petróleo e gás natural usam poços subterrâneos vazios como reservatórios para as águas residuais poluídas, não só na região do evento, mas em muitas outras cidades do Arkansas, Texas, Ohio e Colorado.

O crescente uso dessa prática coincidiu com um aumento vertiginoso de tremores no centro dos EUA. Cerca de trezentos terremotos abalaram a região entre 2010 e 2012, em comparação com apenas 21 eventos por ano entre 1967-2000.

"A observação de que os sismos induzidos pelo homem podem desencadear uma avalanche de terremotos, incluindo algum de maior magnitude, tem sérias implicações e chama a atenção para a necessidade de estudos que reduzam o risco sísmico decorrente da prática adotada", disse a coautora do estudo Elizabeth Cochran, ligada ao USGS.

Os estudos mostram que no caso do terremoto de Oklahoma, a falha geológica presente naquela região "saltou" e produziu que o sismo inicial de 5.0 magnitudes, provavelmente em decorrência do bombeamento de águas residuais em um poço vazio. O sismo liberou outras pressões geológicas que anteriormente mantinham a falha em seu lugar, produzindo a série de réplicas observadas.

Uma análise mais precisa mostrou que o epicentro do sismo principal ocorreu a apenas 200 metros do ponto onde a água sob pressão era injetada no poço vazio.

Alguns trabalhos não conclusivos também mostram que o tremor de 5.3 magnitudes ocorrido em Bacia Raton, no Colorado, foi provocado pela alta pressurização de água.

quinta-feira, 6 de março de 2014


Os buracos negros podem fechar fábricas estelares
Galáxias parar formar estrelas, apesar de o acesso a matérias-primas



GALAXY MORTO A galáxia elíptica gigante NGC 5044, vista nesta imagem composta, é preenchido com gás frio, mas ele não está fazendo estrelas. Uma nova pesquisa sugere um buraco negro pode ser o culpado. A galáxia está cheia de fios de gás hidrogênio quente (vermelho), que cobra através de uma atmosfera de gás quente (azul). Estrelas aparecem em branco.

DIGITIZED SKY SURVEY, CHANDRA / NASA, OBSERVATÓRIO DO SUL PARA ASTROPHYSICAL RESEARCH, VERY LARGE ARRAY


Buracos negros supermassivos pode sufocar lentamente galáxias. A sugestão vai contra a noção dos astrônomos que as galáxias parar formar estrelas quando eles correm para fora do gás frio. Mas os pesquisadores descobriram um esconderijo de galáxias carregados com gás frio que não estão fazendo estrelas. As observações da equipe sugerem que buracos negros centrais das galáxias suscitou o gás e desligar as linhas de montagem estelares.

Durante a última década, os astrônomos descobriram que os buracos negros podem dirigir os destinos de galáxias inteiras. "É um pouco como uma laranja que afeta a Terra", diz Andrew Fabian, astrônomo da Universidade de Cambridge. "Esses buracos negros são extremamente poderosos. Eles estão emergindo como um fator importante na forma como as galáxias operar ".

Pinças laser manipula objetos a apenas 50 nanômetros de largura

Técnica poderia permitir aos cientistas para mover as proteínas, os vírus e os nanomateriais



BEAD CAPTURA A pérola de plástico em toda a 50 nanômetros (círculo amarelo, ao centro) é preso pela luz nesta ilustração. A luz do laser é focalizada por um buraco em forma de gravata borboleta gravado em uma película de ouro fino na ponta de uma fibra óptica.

R. QUIDANT


Um novo conjunto de pinças a laser oferece aos cientistas um controle sem precedentes sobre os objetos apenas dezenas de bilionésimos de um metro de tamanho. O dispositivo pode permitir que os biólogos para investigar os vírus e proteínas individuais, sem risco de fritar.

"É um método muito inteligente", disse Phil Jones, um físico ótica do University College de Londres. "Você pode prender objetos muito menores, com muito menos energia do laser."

Desde os anos 1980, os cientistas estudaram moléculas, bactérias e outros objetos minúsculos sob o microscópio, aprisionando-os com a luz laser. Lentes de focalizar a luz na direção da amostra, e as forças sutis exercida pela luz deslocar o objeto em direção ao centro do feixe.

segunda-feira, 3 de março de 2014



Rede de vigilância detecta novos bólidos sobre o interior de SP 


Alguns dias depois de registrar a passagem de uma extraordinária bola de fogo sobre a costa brasileira, câmeras de vigilância do céu da rede Bramon registraram mais um bólido, desta vez sobre a região noroeste de São Paulo.

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No mês de fevereiro, três importantes passagens incandescentes foram detectadas por câmeras de monitoramento de rochas espaciais. A mais intensa ocorreu no dia 12, quando um bólido de cerca de 25 quilos cruzou a costa brasileira acima da cidade de Caraguatatuba. Na ocasião, a intensa bola de fogo foi registrada por câmeras instaladas em São Sebastião, no litoral de SP e em Mogi das Cruzes, no interior paulista.

Agora, novos vídeos divulgados pela Bramon, Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros, mostram novos eventos, desta vez sobre cidades do interior do Estado.

Os registros em vídeo confirmam que no dia seguinte ao evento principal, em 13 de fevereiro uma bola de fogo de pequeno tamanho cruzou o campo de visão da câmera da estação RCP, localizada na cidade de Nhandeara, situada no noroeste do Estado e operada pelo astrônomo amador Renato Poltronieri. As cenas mostram um bólido rompendo a atmosfera no sentido norte-leste, desintegrando-se em seguida.

Agora, um novo evento voltou a ocorrer e também foi registrado pelas câmeras de vigilância do céu.

A passagem da bola incandescente ocorreu às 22h49 do dia 27 de fevereiro e foi detectada pela câmera de céu amplo BTS, instalada na cidade de Batatais, situada a 355 km da capital, entre Franca e Ribeirão Preto. A estação é operada pelo também astrônomo amador Ricardo Cavallini.

Neste registro, o bólido também parece surgir do quadrante norte, mas segue em direção ao quadrante oeste.

Em nenhum dos casos, há registro de algum meteorito que tenha sobrevivido ao intenso calor da entrada na atmosfera.

Embora sejam eventos de pequena magnitude, as detecções são extremamente importantes e mostram a capacidade que a rede de vigilância tem no acompanhamento desse tipo de evento, até então inédita em nosso país

domingo, 2 de março de 2014


Conhecimento: Como Fizeau mediu a velocidade da luz no século 19


Existem alguns experimentos na história da ciência que, de tão engenhosos e brilhantes, parecem terem saído de algum filme de ficção científica. Um desses experimentos foi feito em 1849, na França, e tinha como objetivo medir a extraordinária velocidade da luz.



Quando se fala em velocidade da luz, quase todo mundo tem em mente algo muito rápido, praticamente instantâneo. Muitos pensadores, entre eles Aristóteles (384 AC) e Hero de Alexandria (10 DC) acreditavam que a luz tinha "velocidade infinita". Essa opinião também foi compartilhada por Johnnes Kepler (1571) e Renê Descartes (1596).

Outros pensadores e matemáticos, como o grego Empédocles (490 AC) e o turco Tagi al-Din (1526), pensavam diferente e acreditavam que a luz tinha sim alguma velocidade, mas não sabiam exatamente qual.

Em 1683, Galileu fez alguns experimentos usando lanternas acesas sobre duas colinas e conclui que se a velocidade da luz era finita e muito rápida.

Outros experimentadores também fizeram tentativas de medir a velocidade da luz, mas os métodos usados deixavam muito a desejar em termos de confiabilidade e precisão, até que surgiu em cena Armand Hyppolyte Louis Fizeau, um físico francês nascido em Paris em 1819.

Obcecado pela ciência, Fizeau construiu uma máquina bastante simples (e por isso mesmo maravilhosa) e que tinha a extraordinária missão de medir cientificamente a velocidade da luz.

O engenho era realmente fantástico. Consistia de uma roda dentada com 720 dentes, um espelho semitransparente, um espelho simples, um conjunto de lentes e uma fonte intensa de luz.

O objetivo era fazer a luz da tocha atingir o espelho semitransparente colocado em ângulo de 45 graus. O feixe refletido pelo espelho passaria por um dos vãos da roda dentada até atingir o segundo espelho colocado estrategicamente em uma montanha situada a cerca de 8 km de distância.
Ali, o feixe de luz seria refletido de volta, passaria novamente pelo vão da roda dentada e atravessaria novamente o espelho semitransparente até chegar aos olhos de Fizeau.


O Experimento
Em seu laboratório em Mont Valérien, nos arredores de Paris, Fizeau iniciou o experimento apontando a saída do feixe de luz para o topo de Montmatre, a 8633 metros de distância.



Com a roda dentada parada, a luz passava pelo vão entre dois dentes, batia no espelho em Montmatre e retornava para o ponto de origem, passando exatamente pelo mesmo vão entre os dentes. Por atrás do espelho semitransparente, através das lentes Fizeau observava o reflexo da luz.

Foi então que a mágica aconteceu. Fizeau pôs a roda a girar aumentando gradativamente a velocidade até que em um determinado instante o reflexo rebatido pelo espelho em Montmatre sumiu. Diminuindo a velocidade, o raio voltou a aparecer.

Fizeau concluiu que o feixe de luz que passava pelo vão da roda e era rebatido pelo espelho de Monmatre estava sendo bloqueado pelo dente seguinte ao vão e isso acontecia quando a velocidade de rotação da roda era de 12.5 rotações por segundo.

Como sua roda dentada tinha 720 dentes, a luz estava passando pelo vão 9000 vezes por segundo e a alternância entre um dente e um vão ocorria 18 mil vezes por segundo, ou seja, a luz passava e era bloqueada uma vez a cada 0.000055 segundo.

Assim, se a luz demorou 0.000055 segundos para viajar 17266 metros (ida e volta de Mont Valérien a MontMatre), então em um segundo a luz viajaria por 310787 km.

Dessa forma simples e engenhosa, Fizeau determinou pela primeira vez de forma científica a velocidade da Luz. Hoje em dia, sabe-se que esse valor é ligeiramente inferior, da ordem de 299792,458 km/s, mas considerando-se a época os valores de Fizeau não foram tão ruins assim!

sábado, 1 de março de 2014

Rivalidade ajuda a manter as moscas de fruta inteligência
Os machos dim mentalmente depois de gerações sem concorrentes



PALAVRAS CRUZADAS PARA MOSCAS Os desafios de namoro e acasalamento podem ter um benefício inesperado para moscas de fruta do sexo masculino: um exercício mental estimulante que ao longo do tempo ajuda a manter a Drosophila inteligência.

THEALPHAWOLF / WIKIMEDIA COMMONS


As exigências da manobrando outros caras quando cortejo pode ajudar moscas machos ficar mentalmente afiada.

Depois de mais de cem gerações em laboratório sem competição masculina, moscas machos não fazem tão bem em um teste padrão de aprendizagem, relata o biólogo evolucionista Brian Hollis, da Universidade de Lausanne, na Suíça.
Poder CriaturaQuímica do corpo pode energizar pacemakers ou baratas de busca e salvamento



CRIATURA DE ENERGIA células a combustível biológicas que geram eletricidade, aproveitando açúcares e oxigênio no organismo pode um dia poder dispositivos implantados em seres humanos e outros animais.
JAMES PROVOST

Em algum momento do futuro: A paciente deixa o hospital com um novo marcapasso implantado próximo ao seu coração para firmar a sua batida. Seu irmão mais velho, que passou pelo mesmo procedimento, alguns anos antes, em breve precisar de outra cirurgia de grande porte para substituir as baterias de seu marcapasso. Mas ela não vai. Seu dispositivo pode gerar sua própria eletricidade por tempo indeterminado com o açúcar e oxigênio colhida a partir de sua corrente sanguínea.

Os cientistas estão correndo para aperfeiçoar a tecnologia que pode tornar isso possível. Se tiverem sucesso, estas "células a combustível biológicas" poderia dar início a uma nova onda de dispositivos médicos menores e mais versáteis do que as baterias atuais permitem.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Os antepassados ​​humanos no local da Ásia Ocidental considerados duas espécies
Estudo fóssil disputada divide um pivot espécie Homo início em dois
Um ou dois Estas mandíbulas inferiores antigas escavadas na Ásia Ocidental vêm de dois diferentes Homo espécies, um estudo contestado conclui. Os conflitos de avaliação com a proposta descobridores dos fósseis que representam uma única espécie.

Uma equipe que escavou esqueletos parciais em Dmanisi, na nação da Geórgia, categorizou os achados, como parte de uma espécie, o Homo erectus , que viveu na África e na Ásia Ocidental 1,8 milhão de anos ( SN: 11/16/13, p 6. ).Mas as disparidades em várias características do esqueleto que surgem no início da vida distinguir um grande Dmanisi maxilar inferior de dois menores, sinalizando a presença de espécies separadas, afirma uma equipe liderada pelo paleontólogo José María Bermúdez de Castro, do Centro Nacional de Pesquisa em Evolução Humana em Burgos , na Espanha. As pequenas mandíbulas vêm de uma população que estava intimamente relacionado ao início africanos Homo populações, os cientistas concluem 20 de fevereiro na PLoS ONE. A equipe sugere a mandíbula maior pertencia a georgicus Homo , uma espécie de mal entendidos.


Diretor da escavação, David Lordkipanidze, do Museu Nacional da Geórgia em Tbilisi discorda. Forma semelhanças entre os crânios de Dmanisi que se encaixam as mandíbulas inferiores indicam que apenas um Homoespécies ocuparam o local. Estudos geológicos mostram que os fósseis de Dmanisi não são mais jovens do que os 1760 mil anos de idade, ele acrescenta
.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014


Pulsar pulveriza um asteroide
Rochas espaciais interrompem constante batida de estrela morta 37.000 anos-luz

Off Beat Um asteróide de um bilhão de toneladas, visto na interpretação deste artista, é vaporizado pela intensa radiação de pulsar PSR J0738-4042. A nuvem de detritos resultantes causa estragos com batida constante do pulsar. 
JPL-CALTECH/NASA
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Mesmo pulsares - Os núcleos girando rapidamente de estrelas mortas - chutados por vezes. Um asteróide de um bilhão de tonelada pode ter recentemente mergulhou em uma dessas remanescente estelar, que é de 37.000 anos-luz da Terra. A colisão interrompeu farol rítmico do pulsar, pesquisadores relatam em 10 de janeiro Astrophysical Journal Letters .


Pulsares são os faróis do universo, enquanto giram, eles varrer um feixe de radiação. Como pode ser visto a partir da Terra, a estrela parece crescer mais brilhante e, em seguida, mais fraco com extrema precisão, às vezes até milhares de vezes por segundo. Como a energia eletromagnética é despejado no espaço, rotação do pulsar diminui gradualmente ao longo do tempo. Os pesquisadores esperam usar o ritmo do pulsar como uma ferramenta para detectar os fracos sinais, há muito procurado de ondas gravitacionais.

Astrônomos da Universidade de Oxford analisou 24 anos de dados de ondas de rádio de um pulsar chamado PSR J0738-4042 na constelação Puppis. Eles notaram que, em 2005, a batida constante do pulsar vacilou. Um segundo blip apareceu apenas como a taxa de spin-para baixo de repente aumentou. Os pesquisadores argumentam que eles provavelmente testemunhou o pulsar vaporização algo muito grande, como um asteróide.

A descoberta pode ter implicações para a busca de ondas gravitacionais. Se pulsares não são tão firme como foi pensado, os astrônomos podem precisar repensar o uso das estrelas mortas, para sondar os segredos da gravidade.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Muita força! Mancha solar entra na terceira volta ao redor do Sol


Normalmente, as manchas solares surgem e desaparecem rapidamente. Algumas, mais teimosas, chegam a fazer duas revoluções ao redor da estrela. Iniciar a terceira volta é bastante raro e a antiga mancha AR1944 parece ser um desses casos. E já chegou nervosa!


Na manhã desta segunda-feira (24/02), as imagens do telescópio solar SDO, da NASA, registraram duas fortes ejeções de massa coronal ocorridas no limbo leste do Sol. Foram erupções de classe M provocadas por uma região ativa já bastante conhecida dos leitores do Apolo11 e que está voltando à face visível da estrela: a mancha inicialmente batizada de AR1944.

Essa região surgiu no limbo do Sol no final de dezembro de 2013 e era tão grande que foi possível vê-la sem auxílio de instrumentos durante vários dias, apenas com uso de filtros solares de alta densidade. Estima-se que seu tamanho chegou a 4.5 bilhões de km quadrados e por três vezes o Apolo11 transmitiu ao vivo as imagens dessa mancha.

Durante sua estadia na face visível do Sol, AR1944 disparou diversos flares de raios-x, com alguns alcançando a Classe-X, das emissões de altíssima intensidade.

Devido à rotação do Sol, AR1944 desapareceu no limbo oeste, mas percorreu toda a extensão posterior da estrela até ressurgir novamente no leste solar em 27 de janeiro, quando foi batizada de AR 1967.

Durante sua presença, AR 1967 evolui e atingiu praticamente metade do tamanho original, mas manteve a característica magnética beta-gama-delta, similar à antecessora. A mancha emitiu diversos flares de raios-x, entre eles um de classe M4.9 responsável por ejeção de massa coronal não dirigida à Terra.

Da mesma forma que AR1944, AR 1967 também rotacionou e permaneceu escondida de nossos olhos durante vários dias, mas a persistência da região não a fez sucumbir.

Neste momento, a mancha está praticamente colada ao limbo leste, pronta para ressurgir na face visível do Sol. Isso deverá ocorrer nas próximas 24 ou 48 horas, quando receberá uma nova designação.

Como a mancha já está despontando e causando flares de emissão relativamente fortes, podemos esperar novas erupções à medida que a região se torna mais visível. A mancha promete!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Raios-X descobrir rostos escondidos na pintura de Rembrandt

Tinta de chumbo sob a superfície dá afastado indecisão do artista
Camadas ocultas  Utilizando feixes intensos de raios-X, os cientistas descobriram três outros locais que Rembrandt considerados colocar o servo (o personagem sem chapéu) em seus 1.662 pintura "síndicos da guilda dos Drapers '." Dois dos rostos ocultos foram encontrados à direita borda da pintura, e o outro foi entre os dois panos do lado direito.
A pintura a óleo, de Rembrandt 1662 "síndicos da guilda dos Drapers '", descreve cinco drapers - especialistas de pano - trabalhando enquanto um servo atrás deles olha para o espectador.
Químico Joris Dik, da Universidade Delft de Tecnologia, na Holanda examinou o pedaço de características enigmáticas usando um, de alta potência tubo portátil que dispara um feixe de raios-X em lona da pintura. A técnica identifica materiais na superfície e no subsolo da pintura.
Dik relatados 14 de fevereiro, na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência que apenas micrômetros sob a superfície, enterrado camadas de tinta com chumbo branco delineadas três iterações adicionais de rosto do funcionário em vários locais.
A descoberta mostra como a química e as novas tecnologias podem dar dicas sobre os processos de pensamento de artistas históricos como eles criaram as suas obras-primas, Dik sugerido.

Branco andaime importa oferece nova visão do cérebro

Mapa Neural pode explicar por que algumas lesões são piores do que os outros



Enterrados no meio da complexidade do cérebro humano, um andaime recentemente descrito transporta mensagens importantes de um lugar para outro. Um mapa do andaime, que revela conexões intrincadas feitas por feixes de fibras nervosas chamadas tratos de substância branca, pode ajudar a explicar por que algumas lesões cerebrais são particularmente devastadores.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Supernova: cientistas tentam compreender como explode uma estrela


Um dos maiores mistérios da astronomia é entender o mecanismo primordial que faz com que uma estrela exploda e se transforme em supernova. Mas agora, com emprego de modernos telescópios espaciais esse mistério está perto de ser revelado.

As estrelas são bolas esféricas de gás e seria fácil imaginar que quando explodem, ao final da vida, seu material remanescente fosse ejetado de forma bastante uniforme, praticamente redonda, mas não é bem isso o que acontece.
"Nossos estudos mostram que o coração da explosão, ou motor, é bastante distorcido possivelmente porque as regiões no interior da estrela literalmente se espalham antes da detonação", disse Fiona Harrison, principal investigadora para os dados do telescópio espacial NuStar junto ao Instituto de Tecnologia da Califórnia, Caltech.
Fiona se baseia em dados de alta-energia registrados pelo telescópio e que permitiram a criação do primeiro mapa de material radioativo observado em um remanescente de supernova. Os resultados, obtidos do estudo do que restou de Cassiopeia A (Cas A) mostram como as ondas de choque praticamente rasgaram a estrela maciça em seus momentos finais. 
Cassiopeia A
Cas A foi criada quando uma estrela maciça explodiu em uma supernova, deixando no espaço um cadáver estelar denso repleto de restos ejetados. A luz da explosão chegou à Terra algumas centenas de anos atrás, assim, o que estamos vendo nesse momento é o remanescente quando ainda era muito jovem. 
Elementos pesados
As supernovas semeam o universo com muitos elementos químicos, incluindo o ouro das joias, o cálcio dos ossos e o ferro no sangue. Enquanto pequenas estrelas como o nosso sol terminam suas vidas de modo menos violento, estrelas com pelo menos oito vezes a massa solar explodem em eventos cataclísmicos, chamados supernovas. As temperaturas extremamente elevadas e as partículas criadas na explosão fundem os elementos mais leves para criar elementos mais pesados. 


No caso de Cas A, o material mapeado é o titânio 4, que tem um núcleo instável produzido no coração da estrela no momento da explosão. O mapa mostra o titânio concentrado em aglomerados no centro do remanescente e aponta para uma possível solução para o mistério de como a estrela mãe encontrou o seu fim. 


Onda de Choque
Quando os pesquisadores simulam explosões de supernovas em computadores, a principal onda de choque frequentemente é bloqueada e a estrela não consegue quebrar. No entanto, as últimas descobertas sugerem fortemente que ao explodir a estrela literalmente se esparrama, re-energizando a onda de choque bloqueada, permitindo que as camadas exteriores finalmente sejam ejetadas.
"Com o mapa produzido pelo NuSTAR temos uma nova ferramenta forense para investigar a explosão", disse um dos autores do estudo, Brian Grefenstette, da Caltech.
Segundo o pesquisador, antes era difícil interpretar o que estava acontecendo em Cas A, pois as observações eram feitas apenas no comprimento de onda dos raios-X, emitidos quando o material remanescente é aquecido. "Agora que podemos enxergar o material radioativo estamos vendo o que ocorreu no centro da explosão", disse Grefenstette.
"É por isso que nós construímos NuSTAR. Para descobrir coisas que nunca soubemos sobre o universo de alta energia", disse Paul Hertz , diretor da divisão de astrofísica da Nasa e um dos projetistas do telescópio.
Genoma de Clovis bebê revela ascendência indígena americana 
DNA do esqueleto mostra todas as tribos vêm de uma única população

Native Roots Um bebê que morreu alguns 12.600 anos atrás está dando novas pistas sobre as origens genéticas de nativos americanos. Pedra e osso ferramentas (mostrado) enterrados com a criança identificá-lo como uma das pessoas Clovis, uma cultura que dominou os Estados Unidos e norte do México entre 13.000 e 12.600 anos atrás. 
SL ANZICK

O esqueleto de um bebê antigo revelou através de seu DNA que todos os nativos americanos descendem de um único pool de genes com raízes na Ásia.


Os ossos pertencem a uma criança que morreu entre 12.707 e 12.556 anos atrás, em Montana. O bebê estava coberto de ocre vermelho e enterrado em uma colina junto com mais de 100 ferramentas de osso e pedra característica das pessoas Clovis, uma cultura Paleo-índio que era difundida na América do Norte na época. O túmulo do menino de 1 ano de idade, descoberto por trabalhadores da construção civil em 1968, é o único local do enterro Clovis nunca foi encontrado. 





Variações Goldberg: Novas formas para gaiolas moleculares


Hexágonos e pentágonos planas se reúnem em nova reviravolta no poliedros velho
SHAPE SHIFTER  Um novo tipo de gaiola molecular tem todos os lados iguais e faces planas, que são todos os pentágonos ou hexágonos (esquerda). Os hexágonos têm ângulos que variam 104-142 graus. Um fulereno com o mesmo número de vértices e o mesmo padrão de faces (direita) tem hexágonos com ângulos que variam numa gama muito mais estreita. Isto obriga o hexagonal enfrenta a deformar e a gaiola para assumir uma forma pontiaguda. 

No último verso de uma centenária refrão matemático, os cientistas perceberam uma maneira de resolver as rugas em uma grande classe de gaiolas moleculares. As gaiolas têm rostos que consistem em 12 pentágonos regulares e até 480 hexágonos irregulares, o que os coloca em uma categoria bem conhecida de formas chamadas fulerenos. No entanto, ao contrário da maioria anteriormente conhecido fulerenos, centenas de rostos das novas formas são planas em vez de deformado, e os átomos da molécula são igualmente espaçados.

Faces planas dos formas torná-los poliedros convexos, um tipo de altamente simétrico, facetado sólida primeiro estudado pelos gregos antigos. A primeira classe a ser descoberto, chamou os sólidos platônicos, consiste em sólidos com rostos idênticos que são todos polígonos regulares, ou seja, formas com lados e ângulos iguais. Existem apenas cinco dessas sólidos, o mais complicado do que é o icosaedro (familiar ao jogo os jogadores como a forma de 20 lados). A classe menos restritiva, os chamados sólidos de Arquimedes, permite que os rostos de ter formas diferentes, embora eles ainda devem ser polígonos regulares. Uma ainda menos restritiva classe, descoberto por Johannes Kepler em 1611, permite quadrilátero enfrenta com comprimentos laterais iguais mas ângulos desiguais.
As novas formas não se encaixam em nenhuma dessas categorias. "Esta é a primeira nova classe de poliedros convexos, equilátero com simetria icosaédrica em 400 anos", diz o neurocientista da UCLA Stan Schein. Em poliedros de Schein, as faces hexagonais têm comprimentos laterais iguais mas ângulos desiguais. O trabalho de Schein, que ele executou com UCLA neurocientista James Gayed,  aparece  10 de fevereiro nos  Anais da Academia Nacional de Ciências .
Longo da província de matemáticos, poliedros atraído um interesse crescente no século 20 a partir de biólogos e químicos. Em 1962, Aaron Klug e Donald Caspar descobriu que certos vírus têm uma forma icosaedro. Em 1985, Richard Smalley andcolleagues químico descobriu que as formas de carbono gaiolas de 60 ou mais átomos. Eles chamaram a 60 átomo forma "buckminsterfullerene", embora ele já era conhecido por matemáticos como um icosaedro truncado - e não cientistas como uma bola de futebol.

Stan Schein (esquerda) e James Gayed não são matemáticos, mas eles são amantes poliedro.
ALEX YEH

Schein veio para as moléculas em forma de gaiola, porque ele estava curioso sobre clatrina, uma proteína que se reúne em gaiolas. Fazer modelos físicos e computador destes formas, ele foi atingido que alguns deles eram, segundo ele, "feio": Se ele fez as bordas igualmente longa, ele não poderia obter os rostos para ficar na posição horizontal. Na verdade, todos os outros que o dodecaedro 20 átomos fulerenos e a bola de futebol de 60 átomos têm este defeito. Ainda fotos deles tendem a falsificar essas distorções. "Muitas pessoas dizem que os fulerenos são poliedros convexos, mas do ponto de vista de um geômetra, as faces de um poliedro deve ser plana", diz Schein. Além disso, as faces de urdidura de tal maneira que o sólido não pode ser convexa.
Schein desenvolvido uma forma de medir warpedness, que ele chama a discrepância ângulo diedro. Se você abrir um cartão de modo que a borda inferior abre apenas a um ângulo de 30 graus, enquanto que a borda superior abre a 90 graus, você será forçado a deformar a frente do cartão. A discrepância, 60 graus, mede o quanto é necessário muito urdidura. Schein, em seguida, experimentou várias fulerenos, para ver se a discrepância ângulo diedro poderia ser ajustado para zero.
Ele ficou surpreso ao descobrir que, para uma determinada classe de fulerenos chamado Goldberg poliedros, todas as faces podem achatar simultaneamente. Estes sólidos foram descobertos em 1937 pelo matemático Michael Goldberg. Eles são os fulerenos mais altamente simétricos, com todas as simetrias de rotação de uma bola de futebol ou um icosaedro.  
O Goldberg tipo poliedros que Schein e Gayed encontrados têm rostos hexagonais com lados de comprimento igual, mas não ângulos iguais, assim como as faces pentagonais que mantêm ambos os lados iguais e ângulos iguais. Além disso, eles retêm a 60 vezes simetria rotacional da poliedros Goldberg originais. Usando o software de computador, a equipe construiu tais poliedros com até 980 vértices.
Quando o número de vértices é grande, esses poliedros são difíceis de distinguir de uma esfera. Por outro lado, os fulerenos convencionais aproximar de uma forma distintamente nonrounded. O arredondamento da poliedros Goldberg pode torná-los mais úteis para aplicações onde uma assuntos forma esférica - por exemplo, para a concepção de melhores padrões de covinhas em uma bola de golfe. As faces planas poderia torná-los um modelo relevante para gaiolas moleculares com ligações duplas, Schein destaca, uma vez que tais títulos são mais resistentes à deformação de ligações simples.
Embora os campos de estudo venture longe de geometria de Magda Schein de e, os matemáticos aplaudir o seu achado. "É correto, eo resultado é novo", diz Branko Grünbaum, um matemático da Universidade de Washington em Seattle.
Os matemáticos têm negligenciado os poliedros Goldberg equilátero, Grünbaum diz, porque os pesquisadores têm se preocupava mais com o número e padrão das faces do que sobre questões concretas, tais como quanto tempo os lados são e quais são os ângulos entre eles tem que ser. Egon Schulte, um geômetra da Universidade Northeastern, em Boston, concorda."Você tem que sujar as mãos para responder a essas perguntas", diz ele.

Essa atitude pode mudar em breve. Os matemáticos podem começar a olhar para as classes adicionais de poliedros convexos com lados iguais, diz Schulte. "Não é ainda claro que há apenas um número finito de aulas." O clube que começou com Platão e Arquimedes pode ter mais membros para vir.

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Nossa Primeira notícia!



Enquanto explodindo, não supernovas esférica


As radiografias revelam loteamento irregular de elemento feito por blowup
Torto   regiões azuis representam titânio radioativo no remanescente de supernova Cassiopeia A, localizada a cerca de 11.000 anos-luz de distância. Pesquisas anteriores detectaram outros elementos, mostrados em vermelho, amarelo e verde. A distribuição agrupado de titânio sugere que a estrela falecido não era perfeitamente esférico quando explodiu.



Estrelas gigantes são um pouco fora de forma como eles vão kablooey, a pesquisa na 20 fev Nature sugere.
Quando estrelas massivas ficar sem elementos para fundir em sua essência, elas entram em colapso sob sua própria gravidade, o material implodindo depois salta fora do núcleo e explode em uma exibição brilhante conhecido como supernova de colapso de núcleo. Mas simulações de computador indicam que se o material cai simetricamente, como os cientistas muito assumido, uma estrela que não explodir.
Para resolver este enigma, uma equipe que inclui Caltech astrofísico Brian Grefenstette apontou recentemente lançado Telescope Array espectroscópica Nuclear da NASA em Cassiopeia A, o remanescente de uma supernova de colapso de núcleo nas proximidades cuja luz primeiro chegou à Terra cerca de 350 anos atrás. Os pesquisadores plotados a distribuição espacial de raios-X de alta energia emitidos durante o decaimento do elemento radioativo titânio-44, que é forjada nas profundezas de explosões de supernovas.

Os raios-X revelou que o titânio está concentrada em vários grupos densos, o que sugere que a explosão não foi simétrica. Este estudo oferece um olhar sem precedentes no funcionamento interno de uma supernova, Grefenstette diz, trazendo cientistas mais perto de aprender exatamente como esses fogos de artifício cósmicos espetaculares se partiu


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